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	<title>Dr. Danilo Benítez &#187; Prevenção</title>
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		<title>Doença Diverticular</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dr.Danilo Benítez]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Definições Divertículo: • Uma protrusão sacular da mucosa através da parede muscular do cólon • A protrusão ocorre em áreas de fragilidade da parede intestinal onde vasos sangüíneos podem penetrar. • Tipicamente mede entre 5 e 10 mm. • Divertículos são na realidade pseudo (falsos) divertículos, pois contém apenas mucosa e submucosa recobertas pela [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>1. Definições</p>
<p>Divertículo:</p>
<p>• Uma protrusão sacular da mucosa através da parede muscular do cólon</p>
<p>• A protrusão ocorre em áreas de fragilidade da parede intestinal onde vasos</p>
<p>sangüíneos podem penetrar.</p>
<p>• Tipicamente mede entre 5 e 10 mm.</p>
<p>• Divertículos são na realidade pseudo (falsos) divertículos, pois contém apenas</p>
<p>mucosa e submucosa recobertas pela serosa .</p>
<p><a href="//www.drdanilobenitez.com.br/site/wp-content/uploads/2014/02/diverticulo.jpg"><img class="size-full wp-image-261 aligncenter" alt="diverticulo" src="//www.drdanilobenitez.com.br/site/wp-content/uploads/2014/02/diverticulo.jpg" width="200" height="168" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Doença Diverticular</p>
<p>Consiste de:</p>
<p>• Diverticulose &#8211; presença de divertículos no cólon</p>
<p>• Diverticulite &#8211; inflamação de um divertículo</p>
<p>• Sangramento diverticular  WGO Practice Guidelines Doença Diverticular</p>
<p>Tipos de Doença Diverticular</p>
<p>• Simples &#8211; 75% não têm complicações</p>
<p>• Complicadas &#8211; 25% apresentam abscessos, fístulas, obstruções, peritonite ou</p>
<p>sepse</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2.  Epidemiologia</p>
<p>Prevalência pela idade</p>
<p>40 anos  5%</p>
<p>60 anos  30%</p>
<p>80 anos  65% [25]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Prevalência por gênero</p>
<p>&lt; 50 anos  Mais comum em homens</p>
<p>50&amp;ndash#150;70 anos  Levemente mais comum em mulheres</p>
<p>&gt; 70 anos  Mais comum em mulheres</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Doença Diverticular em Jovens (&lt;40 anos)</p>
<p>A DD é muito mais freqüente em pessoas mais velhas, com apenas 2 a 5% dos casos ocorrendo abaixo de 40 anos. A DD neste grupo mais jovem é mais freqüente em homens, com a obesidade como grande fator de risco (presente em 84 a 96 % dos casos). Os  divertículos localizam-se geralmente no cólon sigmóide e/ou no descendente. O manuseio deste subgrupo de pacientes permanece controverso. O conceito de que a DD seria mais &#8220;virulenta&#8221; em jovens é assunto de debates. A história natural realmente mostra uma tendência à recorrência dos sintomas e uma incidência aumentada de evolução desfavorável, com necessidade de cirurgia.</p>
<p>A cirurgia é freqüentemente o tratamento de escolha para pacientes jovens sintomáticos</p>
<p>(aproximadamente 50%, comparados com 30% de sintomáticos entre todos os pacientes).</p>
<p>Em pacientes jovens sem co-morbidades, a cirurgia eletiva após um único episódio de</p>
<p>diverticulite continua sendo uma recomendação racional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3.  Etiologia</p>
<p>Falta de Fibras Alimentares</p>
<p>A falta de fibras na dieta foi inicialmente descrita como um possível fator etiológico no</p>
<p>desenvolvimento da DD por Painter e Burkitt no final da década de 60. Apesar da</p>
<p>hipótese ser inicialmente recebida com alguma resistência, a sua confirmação foi</p>
<p>demonstrada posteriormente por publicações como o Estudo de Seguimento de</p>
<p>Profissionais da Saúde.</p>
<p>• O risco relativo de desenvolver DD é 0.58 em homens com muitas fibras na dieta.</p>
<p>• A DD é menos comum em vegetarianos.</p>
<p>A teoria atual sobre a fibra alimentar como agente protetor contra a formação de divertículose, conseqüentemente, de diverticulite é:</p>
<p>Fibras insolúveis causam a formação de fezes mais volumosas, que levam a uma</p>
<p>efetividade reduzida nos movimentos de segmentação do cólon. O resultado disso</p>
<p>é que a pressão intraluminal permanece próxima à normal durante a peristalse do</p>
<p>cólon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desenvolvimento da Doença Diverticular</p>
<p>Não há evidência de relação entre o desenvolvimento de divertículos e tabagismo, consumo de álcool ou cafeína. Observa-se, no entanto, um risco aumentado de desenvolvimento de doença diverticular associado à dieta rica em carne vermelha e gordura. Este risco pode ser reduzido por uma dieta rica em fibras, especialmente se forem derivadas de celulose (frutas e vegetais).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Risco de Complicações</p>
<p>A DD complicada tem sido observada mais freqüentemente em pacientes tabagistas, que</p>
<p>utilizam AINEs, incluindo o acetaminofeno (paracetamol), são obesos e têm dieta pobre em fibras. A DD complicada não é mais comum em pacientes que ingerem álcool ou</p>
<p>bebidas cafeinadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Localização da Doença Diverticular</p>
<p>A apresentação mais típica é a de um pseudodivertículo de pulsão (o divertículo não contém todas as camadas da parede do cólon &#8211; a mucosa e a submucosa se projetam através da camada muscular e são recobertas pela serosa).</p>
<p>Há quatro pontos bem definidos ao redor da circunferência intestinal onde os vasos retos penetram a camada de musculatura circular. Os vasos entram na parede a cada lado da tênia mesentérica e na borda mesentérica das duas tênias antimesentéricas. Não se formam divertículos distais à junção retossigmóidea, pois as tênias se coalescem para formar uma camada muscular longitudinal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Distribuição:</p>
<p>Envolvimento do sigmóide  95%</p>
<p>Apenas em cólon sigmóide  65%</p>
<p>Todo o cólon  7%</p>
<p>Próximo ao cólon sigmóide (mas sigmóide normal)  4%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>História Natural</p>
<p>A diverticulose é:</p>
<p>Assintomática em  70%</p>
<p>Leva a diverticulite em  15–25%</p>
<p>Associada a sangramento em  5–15%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fisiopatologia</p>
<p>DIVERTICULOSE</p>
<p>Os pontos de penetração dos vasos retos na parede intestinal são áreas de fragilidade da</p>
<p>parede onde uma porção da mucosa e da submucosa (recobertas pela serosa) pode se</p>
<p>projetar.  A segmentação pode ocorrer como resultado do aumento da pressão intracolônica em certas áreas. Representa fortes contrações musculares da parede que serviriam para propelir o conteúdo luminal ou interromper a sua passagem. As pressões individuais nas câmaras são temporariamente maiores que aquelas encontradas quando o cólon não está segmentado. A segmentação do cólon na diverticulose é exagerada, causando oclusão de ambas as extremidades das câmaras, resultando em alta pressão em seu interior.</p>
<p>O cólon sigmóide é geralmente afetado, provavelmente devido ao seu menor calibre. A Lei de Laplace explica o desenvolvimento através da equação P=kT/R. (onde P é pressão, k é uma constante, T é tensão na parede e R é o raio). A maioria das complicações, portanto, está localizada nesta área.</p>
<p>O sigmóide e outros segmentos intestinais na doença diverticular tornam-se não</p>
<p>complacentes por diversos mecanismos:</p>
<p>• &#8220;Mychosis&#8221; &#8211; conjunto de alterações que inclui espessamento da camada de</p>
<p>músculos circulares, encurtamento das tênias e estreitamento do lume.</p>
<p>• Elastina &#8211; aumento na deposição de elastina entre as células musculares e as</p>
<p>tênias. A elastina também é depositada em uma forma contraída que leva ao</p>
<p>encurtamento da tênia e ao acotovelamento da musculatura circular.</p>
<p>• Colágeno &#8211; doenças do tecido conjuntivo, como a Síndrome de Ehlers-Danlos, a</p>
<p>Síndrome de Marfan e a doença policística renal autossômica dominante resultam</p>
<p>em mudanças estruturais na parede intestinal, levando a uma redução na sua</p>
<p>resistência à pressão intraluminal e, portanto, permitindo a protrusão de</p>
<p>divertículos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIVERTICULITE</p>
<p>Este termo representa um espectro de mudanças inflamatórias que variam de uma</p>
<p>inflamação local subclínica à peritonite generalizada com perfuração livre de alça.</p>
<p>O mecanismo de desenvolvimento da diverticulite está centrado na perfuração do</p>
<p>divertículo, seja ela micro ou macroscópica. O antigo conceito de obstrução do óstio do</p>
<p>divertículo provavelmente só ocorre raramente. A pressão intraluminal aumentada ou</p>
<p>partículas de comida espessadas podem causar erosão na parede diverticular, que progride para inflamação, necrose focal e perfuração (micro ou macroscópica). A manifestação clínica da perfuração depende do seu tamanho e de quão vigoroso for o seu tamponamento pelo organismo. Perfurações, se bem controladas, resultam na formação de um abscesso, enquanto que o tamponamento incompleto pode levar a perfuração livre.</p>
<p>Diverticulite simples:  75% dos casos</p>
<p>Diverticulite complicada:  25% dos casos (abscessos, fístulas ou perfurações)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diagnóstico</p>
<p>A maioria dos pacientes apresenta dor no quadrante inferior esquerdo. A</p>
<p>presença de descompressão brusca dolorosa indica algum grau de envolvimento</p>
<p>peritoneal. Febre e leucocitose são outros achados inespecíficos, mas</p>
<p>importantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exame físico</p>
<p>O exame físico pode ser relativamente normal, mas geralmente revela desconforto ou massa abdominal. Sintomas urinários podem sugerir a presença de flegmão pélvico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diagnóstico Diferencial</p>
<p>Carcinoma intestinal &#8211; pielonefrite</p>
<p>Doença inflamatória intestinal &#8211; apendicite</p>
<p>Colite isquêmica</p>
<p>Síndrome do intestino irritável</p>
<p>Doença inflamatória pélvica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Investigações</p>
<p>• Radiografias de tórax e abdome &#8211; geralmente não mostram sinais específicos de</p>
<p>DD, mas o pneumoperitônio pode ser visto em 11% dos pacientes com diverticulite aguda.</p>
<p>• A radiografia abdominal é relatada como anormal em 30 a 50% dos pacientes com</p>
<p>diverticulite aguda. Os achados mais comuns incluem:</p>
<p>o Dilatação dos intestinos grosso e delgado ou íleo paralítico</p>
<p>o Obstrução intestinal</p>
<p>o Densidades em tecidos moles sugestivas de abscessos [26, 27]</p>
<p>• O diagnóstico feito apenas com dados clínicos é incorreto em 33% dos casos.</p>
<p>• Do ponto de vista de investigação diagnóstica, a tomografia computadorizada é melhor que a ultra-sonografia.</p>
<p>• A diverticulite é geralmente considerada como uma doença predominantemente</p>
<p>extraluminal. A tomografia computadorizada oferece o benefício de avaliar tanto o intestino quanto o mesentério com uma sensibilidade de 69 a 98% e uma especificidade de 75 a 100%.</p>
<p>• Os achados tomográficos mais observados na diverticulite aguda são:</p>
<p>1. Espessamento da parede intestinal</p>
<p>2. Gordura mesentérica raiada</p>
<p>3. Abscesso associado</p>
<p>Em uma série de 42 pacientes com diverticulite, a tomografia computadorizada</p>
<p>observou:</p>
<p>Gordura com inflamação em raias 98%</p>
<p>Divertículos 84%</p>
<p>Espessamento da parede intestinal   70%</p>
<p>Abscesso pericolônico 35%</p>
<p>Peritonite 16%</p>
<p>Fístula 14%</p>
<p>Obstrução colônica 12%</p>
<p>Tratos sinusais intramurais 9%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outras investigações</p>
<p>• Achados ultra-sonográficos podem incluir espessamento da parede colônica e</p>
<p>tumorações císticas.</p>
<p>• Enema contrastado &#8211; no quadro agudo, é reservado especialmente para quando o diagnóstico não está claro. Tem uma sensibilidade de 62 a 94% com uma taxa de falsos negativos de 2 a 15%. O diatrizoato de meglumina é um contraste</p>
<p>hiperosmolar que pode assistir na suboclusão intestinal, se estiver presente.</p>
<p>• Endoscopia &#8211; proctossigmoidoscopia / sigmoidoscopia flexível. O uso de procedimento endoscópico, com a inerente insuflação de ar, é relativamente contra-indicado no quadro agudo pelo aumento no risco de perfuração intestinal.</p>
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		<title>Pólipo e polipose colorretal</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dr.Danilo Benítez]]></dc:creator>
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		<title>Proctite actínica</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:11:35 +0000</pubDate>
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		<title>Doenças Inflamatórias Intestinais: Retocolite ulcerativa, Doença de Crohn</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:11:17 +0000</pubDate>
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		<title>Câncer anal</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:11:05 +0000</pubDate>
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		<title>Câncer Colorretal</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dr.Danilo Benítez]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>

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		<description><![CDATA[A Campanha de Conscientização sobre o Câncer do Intestino foi desenvolvida como o objetivo de: · evitar o aparecimento deste câncer; · aumentar a detecção precoce; · diminuir o número de mortes causadas por este câncer no Brasil. ■ No ocidente, de cada 20 pessoas, uma o desenvolverá. É a segunda causa de morte por [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Campanha de Conscientização sobre o Câncer do Intestino foi desenvolvida como o objetivo de:</p>
<p>· evitar o aparecimento deste câncer;</p>
<p>· aumentar a detecção precoce;</p>
<p>· diminuir o número de mortes causadas por este câncer no Brasil.</p>
<p>■ No ocidente, de cada 20 pessoas, uma o desenvolverá. É a segunda causa de morte por câncer intestinal superado apenas pelo câncer de estômago e equivale a do câncer de colo uterino</p>
<p>■ Evidências indicam que a remoção dos pólipos adenomatosos benignos, precursores da maioria dos cânceres, impede a sua transformação em câncer e mesmo quando o câncer é descoberto em uma fase assintomática, ou seja, precoce, quando pode ser curado pela cirurgia melhore em muito a sobrevida. Pólipos são lesões benignas que se desenvolvem no intestino grosso de algumas pessoas. Geralmente não causam sintomas, e só é descoberto quando é realizado a colonoscopia, sendo então retirado e examinado para saber o tipo e o risco de se transformar ou se já se transformou em câncer.</p>
<p>■ O objetivo é identificar os pacientes de maior risco, sem sinais ou sintomas, que deveriam ser submetidos a um teste diagnóstico definitivo, a colonoscopia.</p>
<p>Fatores de risco para o câncer do cólon e do reto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. Hábitos e estilo de vida:</p>
<p>Ø Estudos mostram que indivíduos que não praticam exercícios têm maior</p>
<p>risco em desenvolver câncer colorretal. Além disso, o fumo e o álcool estão direta e indiretamente relacionados com o câncer do cólon e do reto.</p>
<p>Ø Todas as pessoas devem refletir sobre seu estilo de vida e buscar equilíbrio dentro de suas possibilidades. O resultado aparecerá, não só com relação à prevenção do câncer de cólon, mas também com relação à prevenção de doenças cárdio-vasculares e da obesidade, objetivando uma vida saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. Idade:</p>
<p>Ø Quanto maior a idade, maior o risco. O câncer colorretal é mais comum após os 50 anos, contudo a doença pode ocorrer em pessoas mais jovens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3. Pólipos:</p>
<p>Ø Pólipo é qualquer estrutura que faz saliência na luz intestinal. São tumores benignos, parecidos com verrugas que se desenvolvem na parede interna do cólon e reto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com base neste exame e na classificação histológica do adenoma, podemos subdividir os pacientes em um grupo de alto risco e outro de baixo risco para o desenvolvimento de neoplasias malignas do intestino grosso. As caracteristicas importantes a se notar são:</p>
<p>Tamanho do pólipo &#8211; Pólipos grandes têm maior potencial de malignização.</p>
<p>Número de pólipos &#8211; adenomas múltiplos têm maior potencial de malignização.</p>
<p>Localização do pólipo &#8211; adenomas do reto e sigmóide têm maior potencial de malignização.</p>
<p>Tipo macroscópico &#8211; os adenomas sésseis são mais propensos à malignização do que os pedunculados.</p>
<p>Tipo macroscópico &#8211; adenomas vilosos são mais propensos à malignização do que os tubulares e os tubulo-vilosos.</p>
<p>Displasia &#8211; adenomas com displasia acentuada são mais propensos à malignização do que aqueles que apresentam displasia leve ou moderada.</p>
<p>Ø Cerca de 60% dos pólipos do intestino são adenomas, os quais apresentam potencial para malignização. Por esse motivo, os pólipos de intestino do tipo adenoma são considerados lesões pré-cancerosas e daí a importância de seu diagnóstico e tratamento precoces para evitar a evolução para tumor maligno.</p>
<p>Ø Aproximadamente 5 a 10 em cada 100 adenomas se transformam em câncer, sendo que esse processo se dá entre 5 e 10 anos. São mais comuns após os 50 anos, porém podem aparecer em idade mais precoce, especialmente se houver história de câncer colorretal na família. Cerca de 40% dos indivíduos com mais de 60 anos apresentam pólipos.</p>
<p>Ø Quem já teve no passado um pólipo intestinal tipo adenoma tem uma chance muito maior que a população em geral de apresentar nova lesão, podendo chegar até a 50% de possibilidade. Quem já teve vários pólipos, a chance pode chegar até a 80% de desenvolver novo pólipo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4. História familiar de câncer intestinal:</p>
<p>Ø Quanto mais pessoas de uma mesma família tiveram diagnóstico de câncer colorretal, maior o risco de desenvolver a doença.</p>
<p>Ø Se o indivíduo tiver parentes próximos (pai, mãe, irmão, tios ou avós) que tiveram câncer de intestino o risco de contrair a doença aumenta muito especialmente se a doença acometeu um parente com menos de 40 anos de idade. Por isso, a partir dos 40 anos, para quem tem na família caso de câncer de intestino deve fazer periodicamente um exame endoscópico chamado colonoscopia.</p>
<p>Ø Atualmente está bem estabelecido que há doenças hereditárias relacionadas ao câncer colorretal. Dentre elas estão o Câncer Colorretal Hereditário Sem Polipose (HNPCC = &#8220;Hereditary Nonpoliposis Colorectal Cancer&#8221;) e Polipose Adenomatosa Familiar (FAP). Ambas são doenças hereditárias, ou seja, que são transmitidas de pais para filhos, caracterizadas pela presença de vários casos de câncer colorretal na família.</p>
<p>* A Polipose Adenomatosa Familiar ou FAP corresponde a 1% dos casos de câncer colorretal. Caracteriza-se por centenas de pólipos em todo o intestino que podem ser detectados na puberdade. Uma vez detectados, se não removidos transformam-se em câncer.</p>
<p>* Câncer Colorretal Hereditário Sem Polipose (HNPCC = &#8220;Hereditary Nonpoliposis Colorectal Cancer&#8221;), também conhecido como Síndrome de Lynch, sendo responsável por cerca de 5% a 10% do total de cânceres colorretais. É a síndrome hereditária mais comum de predisposição ao câncer colorretal. Ainda que os critérios para diagnóstico (Amsterdam I e II) e tratamento estejam estabelecidos, o conhecimento da síndrome pela classe médica é insuficiente.</p>
<p>Amsterdam I</p>
<p>§ Ao menos três familiares devem ter câncer colorretal;</p>
<p>§ Um deve ser parente em primeiro grau dos outros dois;</p>
<p>§ Ao menos duas gerações sucessivas devem ser afetadas;</p>
<p>§ Ao menos um dos casos de câncer colorretal deve ter sido diagnosticado antes dos 50 anos;</p>
<p>§ Polipose Adenomatosa Familiar deve ser excluída.</p>
<p>Amsterdam II</p>
<p>§ Ao menos três familiares devem ter um câncer associado com HNPCC (colorretal, endométrio, urotélio ou intestino delgado);</p>
<p>§ Um deve ser parente em primeiro grau dos outros dois;</p>
<p>§ Ao menos duas gerações sucessivas devem ser afetadas;</p>
<p>§ Ao menos um dos casos de câncer associado ao HNPCC deve ter sido diagnosticado antes dos 50 anos;</p>
<p>§ Polipose adenomatosa familiar deve ser excluída.</p>
<p>* Para determinar a presença de uma doença hereditária, além da avaliação de um médico especialista, é necessário um teste de predisposição ao câncer colorretal hereditário (exame de sangue que determina o gene alterado: mutações no gene APC para Polipose Adenomatosa Familiar e as instabilidade de microssatélites para a HNPCC). Em um futuro ainda sem previsão, a meta será a correção do defeito genético herdado, evitando que a doença se manifeste em outras gerações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5. Antecedente pessoal de câncer:</p>
<p>Ø Mulheres que tiveram câncer de ovário, corpo do útero (endométrio) ou mama têm maior risco de desenvolver câncer colorretal.</p>
<p>Ø Quem já teve câncer de intestino no passado deve ficar atento ao funcionamento do intestino, pois o risco de desenvolver um segundo tumor é alto quando comparado ao de outras pessoas sem história pregressa de câncer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6. Doença intestinal inflamatória:</p>
<p>Ø A retocolite ulcerativa e a doença de Crohn são doenças inflamatórias benignas que causam inflamação em graus variados na mucosa do</p>
<p>intestino grosso. As doenças inflamatórias intestinais estão associadas ao maior risco de câncer colorretal, especialmente em indivíduos com</p>
<p>doença com mais de 8 anos de evolução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como saber que risco se tem para o desenvolvimento do câncer do intestino grosso?</p>
<p>BAIXO RISCO</p>
<p>1. Idade igual ou maior a 50 anos.</p>
<p>Se a colonoscopia for normal, repetir a cada 5 anos.</p>
<p>MÉDIO RISCO</p>
<p>1. Mulheres com história de câncer de mama, de ovário ou de endométrio.</p>
<p>Se a colonoscopia for normal, repetir a cada 5 anos.</p>
<p>2. Parente de 1o grau com pólipo ou câncer no intestino com mais de 60 anos.</p>
<p>Se a colonoscopia aos 40 anos, repetir a cada 5 anos.</p>
<p>ALTO RISCO</p>
<p>1. Parente de 1o grau com pólipo ou câncer no intestino com menos de 60 anos.</p>
<p>Se a colonoscopia aos 40 anos ou 5 anos antes for normal, repetir em 3 a 5 anos.</p>
<p>2. Pessoa com história de pólipo no intestino.</p>
<p>Colonoscopia em 4 meses a 5 anos. Depende do tipo e do número de pólipos encontrados.</p>
<p>3. Pessoa com história de câncer no intestino.</p>
<p>Colonoscopia a cada 1 ou 2 anos independente do encontro ou não de pólipos.</p>
<p>4. Pessoa com história de Doença de Crohn ou de Retocolite ulcerativa.</p>
<p>Colonoscopia anual após 7 ou 10 anos de diagnóstico da doença.</p>
<p>Sintomas</p>
<p>■ Os sintomas do câncer de intestino são extremamente vagos, como mudança do ritmo intestinal, isto é, prisão de ventre ou diarréia sem causa alimentar aparente, bem como anemias sem origem definida.</p>
<p>■ É o caso do indivíduo que evacua uma vez diariamente e de repente passa três dias sem evacuar ou evacua quatro vezes no mesmo dia sem que haja uma alteração na sua alimentação. Essa mudança do ritmo intestinal é um sinal de alerta indicativo de que o médico especialista (coloproctologista ou gastroenterologista) deve ser consultado para uma melhor investigação do quadro clínico.</p>
<p>■ Dependendo da localização do tumor, os sintomas são diferentes.</p>
<p>&amp; Se ele estiver localizado no lado direito do abdome, as principais queixas serão enfraquecimento, anemia e alteração do ritmo intestinal com predomínio de diarréia.</p>
<p>&amp; Se estiver do lado esquerdo, há também alteração do ritmo intestinal com predominância de constipação intestinal, ou seja, prisão de ventre.</p>
<p>&amp; Quando o tumor se localiza no reto, o principal sinal do tumor é o sangramento. Sangue e puxo (ou tenesmo), caracterizado pela vontade periódica de ir ao banheiro e insatisfação provocada pela sensação de evacuação incompleta são sinais de câncer ou de doença inflamatória no reto.</p>
<p>■ Resumindo, qualquer alteração no ritmo intestinal (constipação ou diarréia), anemia, sangue ou catarro nas fezes e emagrecimento são indícios de que o indivíduo pode estar com a doença.</p>
<p>&amp; Na prática clínica é muito comum pacientes com sangramento retal atribuírem erroneamente a hemorróidas. É importante ficar alerta porque &#8220;nem tudo que sangra é hemorróida, pois câncer de intestino também sangra&#8221;. Entretanto, há uma pequena diferença entre os tipos de sangramento.</p>
<p>&amp; Na hemorróida o sangue vivo não se encontra misturado às fezes, ao passo que no câncer do intestino o sangue de cor viva vem misturado a elas. Para o paciente é difícil estabelecer essa distinção. Por isso, toda a pessoa que tem sangramento pelo ânus deve procurar o médico especialista para submeter-se a uma investigação clínica incluindo exame de toque retal e exame endoscópico, a fim de diagnosticar corretamente a doença.</p>
<p>&amp; Isso é imperativo porque o câncer de reto é muito freqüente e um simples toque retal permite identificá-lo, além de possibilitar o exame da próstata nos homens.</p>
<p>Diagnóstico</p>
<p>■ Um dos fatores mais importantes para diminuição da morbimortalidade do câncer colorretal (CCR) é o tempo de evolução da lesão, por esse motivo, na suspeita de CCR pela História Clínica e pelo Exame Físico, é mandatória a realização do exame proctológico (toque retal e a retossigmoidoscopia rígida).</p>
<p>■ A colonoscopia é o exame preferencial para o diagnóstico do câncer colônico por identificar pequenas lesões e possibilitar a biópsia da mesma, e ainda pode identificar outras lesões ou pólipos fora da área de ressecção da lesão principal, permitindo a retirada dos mesmos.</p>
<p>■ O exame radiológico contrastado do cólon (enema opaco) é reservado para quando não houver acesso à colonoscopia ou quando existir alguma contra-indicação para esse exame</p>
<p>Tratamento</p>
<p>INTENÇÃO DE TRATAMENTO CURATIVO</p>
<p>■ Remoção completa do tumor primário, órgãos e estruturas localmente comprometidas e de metástases identificadas, observados os preceitos técnicos oncológicos.</p>
<p>INTENÇÃO DE TRATAMENTO PALIATIVO</p>
<p>■ Aliviar ou reduzir os sintomas em pacientes que não tenham condições de cura por ressecção (metástases irressecáveis a distância ou localmente disseminadas e invasão de estruturas vitais).</p>
<p>ASPECTOS TÉCNICOS GERAIS</p>
<p>■ Devemos considerar como margem distal livre de infiltração neoplásica, quando houver na peça cirúrgica, um limite de ressecção superior a 1,5 a 2,0cm.</p>
<p>■ As ressecções metastáticas, hepáticas, pulmonares e outras, são realizadas quando com intenção curativa ou sintomatológica, e sempre na dependência das condições do paciente e da reserva funcional do órgão comprometido.</p>
<p>■ A retirada dos ovários é considerada apenas em pacientes menopausadas.</p>
<p>■ Quanto à ressecção completa em monobloco, recomenda-se que na suspeita de comprometimento de órgãos e/ou estruturas vizinhas à lesão, esta seja sempre realizada.</p>
<p>TRATAMENTO POR LOCALIZAÇÃO</p>
<p>■ A extensão da ressecção colônica é definida pela localização do tumor e por sua respectiva distribuição linfonodal</p>
<p>■ A técnica operatória de excisão total do mesorreto está sempre recomendada nas lesões localizadas no terço médio e inferior do reto.</p>
<p>■ Naqueles pacientes, quando técnica e oncologicamente factível, deve-se sempre tentar a preservação nervosa, enquanto que a dissecção linfonodal lateral não é recomendável na rotina.</p>
<p>■ A extensão da ressecção do reto deve ser definida pela localização do tumor e pela possibilidade de invasão loco-regional. Já o tratamento cirúrgico deverá ser, sempre que possível, realizado na tentativa da preservação esfincteriana.</p>
<p>■ Sempre que houver invasão esfincteriana pela lesão tumoral ou margem distal insuficiente, faz-se obrigatório uma cirurgia de amputação abdomino-perineal</p>
<p>LAPAROSCOPIA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>■ Este acesso cirúrgico deve ser restrito à cirurgia quando com intenção paliativa ou a serviços e centros que tenham e façam parte de protocolos controlados.</p>
<p>TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR</p>
<p>TRATAMENTO PRÉVIO (NEOADJUVANTE), antes da cirurgia.</p>
<p>■ Radioterapia isoladamente ou acompanhada por quimioterapia: vantagens nos estadios II e III para o câncer de reto.</p>
<p>TRATAMENTO ADJUVANTE, após a cirurgia.</p>
<p>■ Pacientes com estadio III apresentam indicação de tratamento adjuvante com quimioterapia à base de 5 Fluorouracil.</p>
<p>Os seguintes esquemas são recomendados:</p>
<p>1. 5 Fluorouracil/Leucovorin durante 6 meses (NCCTG );</p>
<p>2. 5 Fluorouracil/Leucovorin em altas doses semanais durante 6 meses (NSABP);</p>
<p>3. 5 Fluorouracil/Levamisole durante 1 ano.</p>
<p>■ Pacientes com estadio II, o tratamento adjuvante ainda é controverso, porém estudos do NSABP indicam uma redução do risco de recidiva com uma vantagem de 2% em sobrevida livre em 5 anos para os pacientes tratados com terapia adjuvante com 5 Fluorouracil, quando comparados com grupos controle sem tratamento.</p>
<p>TRATAMENTO PALIATIVO</p>
<p>■ O tratamento para pacientes com estadio IV é baseado em quimioterapia com objetivo paliativo. É considerado padrão o uso do 5-FU combinado ou não com leucovorin, demonstrando-se aumentos variáveis de sobrevida.</p>
<p>■ Irinotecan (CPT-11) é considerado hoje como terapia padrão em associação ao 5 Fluorouracil/leucovorin para pacientes com doença estádio IV, e para aqueles que não respondam ou apresentam progressão pós-tratamento com fluoropirimidinas (irinotecan isoladamente).</p>
<p>■ Oxaliplatina, sozinho ou em combinação com 5 Fluorouracil/leucovorin, tem demonstrado atividade promissora em pacientes com câncer colorretal metastático previamente tratados ou virgens de tratamento e em pacientes com doença refratária ao 5 Fluorouracil.</p>
<p>O que se pode fazer para evitar o câncer do intestino grosso?</p>
<p>Além dos exames de rastreamento nas idades adequadas, são muito importantes estas dicas:</p>
<p>Consuma uma boa quantidade de fibras, 25 a 30g &#8211; cerca de duas xícaras e meia de frutas / verdura e reduza a quantidade de gorduras principalmente as de origem animal.</p>
<p>Frutas e vegetais frescos são muito importantes na prevenção do câncer de intestino.</p>
<p>Diminua o consumo de álcool e não fume.</p>
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		<title>Megacólon chagásico</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dr.Danilo Benítez]]></dc:creator>
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		<title>Incontinência</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:09:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dr.Danilo Benítez]]></dc:creator>
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		<title>Prurido Anal</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dr.Danilo Benítez]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Introdução: O prurido (coceira) anal consiste em uma patologia bem definida e na maioria das vezes de difícil tratamento. Acomete mais os homens que as mulheres, de preferência os adultos jovens (20 aos 40 anos). Classificação:                                   Primário ou idiopático ( sem uma causa identificável): Higiene: Quando precária ou pelo uso de um sabão inadequado [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Introdução:</b></p>
<p>O prurido (coceira) anal consiste em uma patologia bem definida e na maioria das vezes de difícil tratamento. Acomete mais os homens que as mulheres, de preferência os adultos jovens (20 aos 40 anos).</p>
<p><b>Classificação:                                  </b></p>
<p><b>Primário ou idiopático</b> ( sem uma causa identificável):</p>
<p>Higiene: Quando precária ou pelo uso de um sabão inadequado ou pela fricção vigorosa.</p>
<p>Calor e umidade: O que é atribuído a transpiração provocada por uma roupa apertada, um clima quente ou ainda a realização de exercícios vigorosos.</p>
<p>Dieta: Bebidas como café, chá, refrigerante, leite, cerveja e vinho foram associados ao prurido e também tomates, frutas cítricas, chocolate e outras.</p>
<p>Causa Psicogênica: Ansiedade e talvez a natureza erógena da região perianal são fatores, que juntos, podem dificultar o tratamento.</p>
<p><b>Secundário a uma causa identificável:    </b></p>
<p>Vazamento fecal oculto: Devido a um relaxamento passageiro e anormal do esfíncter anal resultando em um vazamento oculto de muco e/ou fezes. Constipação com impactação de fezes endurecidas no reto pode permitir o vazamento de fezes líquidas ou muco pelo ânus por transbordamento.</p>
<p>Doenças anorretais: Fístulas, hemorróidas prolapsadas, fissuras, plicomas grandes, condiloma acuminado, hidradenite supurativa e neoplasias podem causar coceiras.</p>
<p>Dermatopatias: Psoriase, dermatite seborreica, eczema atópico, líquen plano e outras.</p>
<p>Dermatite de contato: Aplicação tópica de ungüentos, desodorantes, pós, sabões e supositórios podem irritar a região e às vezes as pomadas usadas, sem ser prescritas por um proctologista, podem piorar o quadro.</p>
<p>Infecções: Fungos, principalmente a Cândida que tem predileção pelas áreas úmidas e mornas. Bacteriana primária ou secundária às escoriações causadas pela coceira.</p>
<p>Parasitas: Oxiúrus, sarna e piolhos.</p>
<p>Antibióticos orais: Tetraciclinas, eritromicina e outros antibióticos de largo-espectro podem provocar o prurido, provavelmente devido a diarréia.</p>
<p>Doença sistêmica: Diabetes Mellitus, doenças do fígado.</p>
<p>Sexo anal: Traumatismo da penetração.</p>
<p><b>Quadro clínico:</b></p>
<p>O prurido anal, de intensidade e freqüência variável, pode afetar apenas a região perianal inicialmente e posteriormente se espalhar para a vulva ou o escroto. Normalmente é mais intenso à noite. O alívio que se sente após o coçar é sempre passageiro e quando mais se coça mais vontade dá de se coçar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Diagnóstico:    </b></p>
<p>Exame proctológico: Achados no exame podem ser negativos, mas a hiperemia e o edema são comuns e no prurido crônico a pele perianal encontra-se úmida, espessada, com fissuras e escoriações. Doenças anorretais que causam o prurido normalmente são diagnosticadas no exame inicial.</p>
<p><b>As causas dermatológicas secundárias</b></p>
<p>Dermatopatias: psoríase &#8211; associado com o envolvimento dos cotovelos, joelhos e couro cabeludo; dermatite seborréica &#8211; associado com o envolvimento do couro cabeludo, face, e tronco; eczema atópico &#8211; normalmente afeta as superfícies de flexoras dos cotovelos e joelhos; líquen plano &#8211; são lesões violáceas e papulosas que envolvem múltiplos locais; dermatite de contato &#8211; normalmente existe uma história de contato com ungüentos, desodorantes, pós, sabões e supositórios.</p>
<p>Infecções: fungos &#8211; na suspeita realiza-se a pesquisa por citologia ou biópsias; bacterianas &#8211; primária ou secundária às escoriações causadas pela coceira.</p>
<p>Parasitas: sarna &#8211; as lesões características estão também presentes entre os dedos e nos pulsos; piolhos &#8211; presença de lêndeas e pelo encontro do inseto; oxiúrus &#8211; exame da fita gomada e é principalmente um problema de crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Tratamento:</b></p>
<p>O tratamento para este problema é embaraçoso e freqüentemente os pacientes que procuram o proctologista receberam até este momento pouca ajuda. É baseado principalmente na confiança, paciência, educação e no acompanhamento de perto; elementos estes fundamentais para o sucesso do tratamento. Os pacientes têm que aceitar que uma dificuldade inicial é freqüente e não deve desencorajá-los.</p>
<p><b>Cuidados a serem seguidos inicialmente por todos os pacientes associados ao tratamento específico para os secundários.</b></p>
<p>Evite o uso do papel higiênico</p>
<p>Faça  a higiene  anal  com  água  e sabão  neutro de manhã ,à tarde, à noite e após às evacuações secando com um tecido macio ou  com o próprio  papel higiênico e usar talco ou maizena. Usar roupas íntimas de  linho ou algodão.</p>
<p>Atenda sempre a vontade para evacuar e procure criar um horário para sentar no vaso sanitário,  e fique cerca de 10 minutos, sempre evitando o esforço desnecessário. Dê preferência após a primeira refeição da manhã, sendo esta mais volumosa com o  acréscimo de frutas naturais, sucos e líquidos.</p>
<p>Beba líquido em abundância. Inclua em sua dieta água e sucos naturais na quantidade mínima de dois litros diários distribuídas em 5 a 6 tomadas.</p>
<p>Evite  condimentos: molho, picles,  frutos do mar, café, bebidas alcoólicas (champanhe e  vinho do  porto  principalmente),  enlatados,  tomates e derivados e chocolates.</p>
<p>Este talco é manipulado nas farmácias de manipulação e pode ser usado em pruridos primários e secundários. Talco-120 g + Óxido de Zinco-60g  +  Ácido Bórico-10g + Alcanfor (Cânfora)-2g: Usar 3 vezes ao dia após a higiene local com água e sabão neutro de glicerina  conforme o orientado na dieta.</p>
<p>Usado apenas sob orientação médica, pois só pose ser utilizado nas casos primários. Fluocinolona-0,1% + Vitamina A-2% + Extrato de Própolis-5% + Creme iônico POLOWAX-20g: À noite,  faça  a  higiene  da  região  anal  com bastante água  para  retirar o  talco e nas primeiras 10 noites use uma fina camada  deste  creme</p>
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		<title>Estenose Anal</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2014 00:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dr.Danilo Benítez]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>

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